quarta-feira, 22 de maio de 2013

Mexiquito entrevista os Missionátios: Mauricio e Gislaine

COMO FOI SUA INFÂNCIA E  QUAL SUA BRINCADEIRA PREFERIDA?

Pr. Maurício Um pouco limitada pela asma, que não me permitiu aprender a jogar futebol, mas não me impediu de brincar de esconde-esconde, mana-mula, polícia e ladrão. Mas a brincadeira que me encantava era brincar de cientista. Misturava tudo que encontrava pela frente, para ver se criava uma formula maluca.
Pra. GislaineUma infância normal. Brincava muito com minhas irmãs e gostava muito de brincar de casinha e Barbie. Fazia as casinhas de minhas Barbies de sucata.

VOCÊ TEM ALGUM APELIDO?
Pr. Mauricio tive vários apelidos quando criança, mas dois deles marcaram mais. Na família até hoje sou Mó, ou Momó. E entre os amigos de infância Orelha.
Pra. Gislaine não tenho nenhum apelido especial, mas dificilmente me chamam de Gislaine, pois sou mais conhecida como Gi.
COM QUE IDADE VOCÊ ACEITOU A JESUS E COMO FOI?
Pr. Mauricio Aceitei Jesus com 23 anos, em uma manha de segunda-feira, sem nunca ter ido a uma igreja evangélica. Um casal de irmãos foram orar por minha mãe, porque ela estava endemoninhada. Eu aceitei Jesus nesse dia. Minha mae demorou um pouco mais, mas graças a Deus foi liberta e hoje é diaconisa.
Pra. Gislaine Aceitei Jesus com 15 anos. Estava enfrentando uma situação difícil, pois minha mãe estava enferma. Uma amiga do colégio que sempre ficava cantando louvores me convidou para ir na sua igreja e comecei frequentar a igreja com ela as quartas-feiras. Nessa igreja aceitei Jesus e pouco tempo depois minha mãe também aceitou Jesus. Hoje ela esta curada e também é pastora.



COMO FOI SEU CHAMADO PARA SER MISSIONÁRIO?
Pr. Mauricio Assim que cheguei na igreja, meu pastor na época me ensinava evangelho quadrangular na escola bíblica. Então me interessei em ler o Livro da Aimeé. Quanto mais lia do livro, da história da Aimée, mais tinha certeza que Deus estava me chamando para ser Missionário.
Pra. Gislaine No princípio, não acreditava plenamente em meu chamado. Confesso que fui para o CTMQ pelo meu esposo. Mas enquanto fazia um devocional, Deus falou comigo que havia me chamado, e que Ele mesmo me havia levado ao CTMQ. Desde então tenho certeza de meu chamado.

EXISTEM CRIANÇAS SALVAS NO PERU?
Sim. E são uma benção.
Com as crianças da Igreja, temos um trabalho chamado Clube de Osos, que significa Clube dos Ursos. Quando chegamos aqui já desenvolviam esse trabalho, que é muito legal.
Mas também trabalhamos o construindo valores em duas escolas, com ajuda de mais cinco pessoas da igreja, levando a Palavra de Deus a quase 500 crianças.

COMO É O LUGAR QUE VOCÊ MORA?
É uma cidade muito especial e bonita, chamada Trujillo. Está no Litoral do Peru, 600 km ao Norte de Lima. Uma coisa muito interessante, e que existe em Trujillo as ruinas de uma antiga cidade que se chamava Chan-Chan. E aqui, quase nunca chove, e quando chove é pouco. Nada parecido com as chuvas fortes do Brasil. Mas existem outras partes do Peru que chove e bastante.

É BOM SER MISSIONÁRIO? O QUE VOCÊ MAIS GOSTA? O QUE É MAIS DIFÍCIL EM SER MISSIONÁRIO?
Sim, é muito bom ser missionário. Eu acho que o melhor, é quando uma pessoa se entrega a Jesus, ou quando percebemos que pessoas que já haviam aceitado a Jesus estão crescendo e se dispondo a servir. A parte mais difícil é a saudade da família.


VOCÊ TEM FILHOS?
Sim. Sofia de 10 anos e Samuel de 4 anos.

COMO VIVEM AS CRIANÇAS NO PERU?
Muito parecido com as do Brasil. Estudam, os meninos gostam muito de jogar futebol, as meninas de brincar de boneca. Algumas tem melhores condições financeira, outras nem tanto. Existem crianças bem pobres. E em cada região existem problemas diferentes. Mas são crianças, lindas, amadas por Deus e em meio a qualquer dificuldade sabem sorrir.

CONTE ALGUMAS CURIOSIDADES DESSE PAÍS
Nosso Brasil esta dividido em cinco regiões: Norte, nordeste, centro-oeste, sudeste e sul. Aqui no Perú, eles dividem em 3 regiões:
Costa, que é o litoral.
Serra, que é a parte andina, próxima as cordilheiras dos Andes.
Selva, parte de florestas.
Essas regiões determinam muito as diferenças entre pratos típicos do Peru, maneira de se vestir, de construir casa, de celebrar festas, os ritmos musicais e em alguns casos até a forma de pensar.
A população do Peru, descende de um povo chamado Inca, e até hoje sua cultura é muito influenciada por isso.
Um dos pratos típicos chama-se ceviche, e se lê cebitche. São cubos de peixe cru, temperados com sal limão e uma pimenta vermelha chamada aji. É muito picante, mas muito gostoso.
Aqui no Peru, praticamente não se encontra o que chamamos de milho verde, mas que na verdade é amarelo. O milho aqui é branco. Existe também um milho roxo, que não serve para comer, mas serve para fazer um suco muito gostoso, chamado chicha morada.


Um comentário:

  1. Estou alegre por encontrar blogs como o seu, ao ler algumas coisas,
    reparei que tem aqui um bom blog, feito com carinho,
    Posso dizer que gostei do que li e desde já quero dar-lhe os parabéns,
    decerto que virei aqui mais vezes.
    Sou António Batalha.
    Que lhe deseja muitas felicidade e saúde em toda a sua casa.
    PS.Se desejar visite O Peregrino E Servo, e se o desejar
    siga, mas só se gostar, eu vou retribuir seguindo também o seu.

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